um amor de 2003.
when you asked me what was on my mind
and said that you could keep it to yourself
you lied
cause i've got the feeling you can't
i told you things i should have kept inside
and i know it's my fault cause i opened up the vault
but i will never think of you the same
i want to cover you with flowers of forgiveness
i want to touch you with the feather of forgiveness
i want to put you in a light that will hurt your eyes
i want to cover you with flowers of forgiveness
when you asked me what was on my mind
well i thought that i was talking to a friend of mine
but i get the feeling that you're not
something strange is gonna come your way
and i don't want to sound like a paranoid clown
but i will never think of you the same
i want to cover you with flowers of forgiveness
i want to touch you with the feather of forgiveness
i want to wash you in a river of forgiveness
i want to wrap you in the fabric of forgiveness
i want to put you in a light that will hurt your eyes
i want to cover you with flowers of forgiveness
por que eu não conhecia essa música na época?
Saturday, September 18, 2010
Monday, September 13, 2010
E, lendo posts meus antigos, percebo que esqueci a quem eram destinados. Muito se perdeu no cinza que se tornou minha mente. Talvez seja por perder tantas lembranças e imagens que eu fique preso ao passado e queira tanto voltar.
Mas se eu me lembrasse de tudo... Se eu conseguisse associar todas as palavras aos rostos, figuras e cores... Será que eu aguentaria? Meus escritos antigos parecem recheados de uma dor que minha vã nostalgia não parece se lembrar. Será que me esqueci de como me sentia?
***
Será que eu devo escrever, novamente, sobre as dúvidas que tenho sobre minha pequena? Ela não para de me agredir. Ela está passando por um momento tão delicado, coitada... Mas mesmo quando não está querendo, ela machuca. Mesmo quando não está pensando em seus problemas, ela machuca. E eu não sei o que fazer: se explodo de uma vez, ou continuo segurando e tentando conversar racionalmente comigo e com ela.
Tenho medo de admitir que sou que nem um balão de gás e que, uma hora ou outra, irei estourar.
Mas se eu me lembrasse de tudo... Se eu conseguisse associar todas as palavras aos rostos, figuras e cores... Será que eu aguentaria? Meus escritos antigos parecem recheados de uma dor que minha vã nostalgia não parece se lembrar. Será que me esqueci de como me sentia?
***
Será que eu devo escrever, novamente, sobre as dúvidas que tenho sobre minha pequena? Ela não para de me agredir. Ela está passando por um momento tão delicado, coitada... Mas mesmo quando não está querendo, ela machuca. Mesmo quando não está pensando em seus problemas, ela machuca. E eu não sei o que fazer: se explodo de uma vez, ou continuo segurando e tentando conversar racionalmente comigo e com ela.
Tenho medo de admitir que sou que nem um balão de gás e que, uma hora ou outra, irei estourar.
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