Eu estou seguindo o olho. Sigo, sigo, sigo e não consigo achá-lo. Parece que falta alguma coisa para que eu o encontre; parece que falta alguma coisa dentro de mim para que eu ache a lágrima.
Me vejo absorto. Consumido num mundo que não me pertence, que nunca quis, mas que me foi posto. Como se eu fosse a um restaurante, pedisse massa e me trouxessem risotto. É parecido; é delicioso! Mas eu queria tagliatelle.
E tudo que recebi foi angústia.
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