Não há muito o que falar. Os meses vão se passando numa névoa ébria que deitou delicadamente sobre mim enquanto os quilos se vão, lentamente. Deixam meus ombros e eu me torno mais e mais o que nunca achei ser. Só que os olhares continuam a me seguir e a sussurrar em outros ouvidos as vergonhas do que acham ser quem sou.
Feliz 2014. Que o ano que vem seja tão divertido como foi 2013.
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