"My little one dressing brown eyes and chalenging me with your clothes. You are the one i look after, you are the one that disturbs my sleep, you are the one that i can offer myself entirely. You are that thing that shakes me everytime you say something with that trembling and beautiful voice of yours. I can't wait for your clothes to dress me up. It's some kind of unusual love for your stomach. It's some kind of everything that i am attached to you.
I love you."
ai ai... o passado. sinto tantas saudades de certas coisas...
como eu escrevia bem, cara. :~
Thursday, April 28, 2005
Monday, April 25, 2005
Saturday, April 23, 2005
não é justo, simplesmente não é justo.
- o céu está caindo sobre minha cabeça e eu continuo a fazer um estardalhaço a respeito disso. por mais que eu tente parecer frio, aqui dentro esquenta, salga, ferve numa febre incontrolável e eu não vejo meios de como sair disso. todas as palavras que eu disse me soam verdadeiras até agora e o único porto seguro é aquele que não pode necessariamente ser um, já que o céu também cai sobre ele - tão desprovido de força, vontade e poder quanto. nos lamentamos na nossa mediocridade para com a situação e até já me esqueci do que era falar com o coração.
- àqueles senhores que acham que têm o céu: cortam meus membros, reprimem minhas palavras, decepam minha sexualidade. mas a volta por cima é sempre minha. sozinho. e quando eu for um senhor e precisarem de mim, estarei lá: não por bondade ou por qualquer sentimento altruista e sim por pena.
- o céu está caindo sobre minha cabeça e eu continuo a fazer um estardalhaço a respeito disso. por mais que eu tente parecer frio, aqui dentro esquenta, salga, ferve numa febre incontrolável e eu não vejo meios de como sair disso. todas as palavras que eu disse me soam verdadeiras até agora e o único porto seguro é aquele que não pode necessariamente ser um, já que o céu também cai sobre ele - tão desprovido de força, vontade e poder quanto. nos lamentamos na nossa mediocridade para com a situação e até já me esqueci do que era falar com o coração.
- àqueles senhores que acham que têm o céu: cortam meus membros, reprimem minhas palavras, decepam minha sexualidade. mas a volta por cima é sempre minha. sozinho. e quando eu for um senhor e precisarem de mim, estarei lá: não por bondade ou por qualquer sentimento altruista e sim por pena.
Friday, April 22, 2005
Friday, April 15, 2005
e eu desisti quando soube que éras taurina. se ao menos tivesse nascido alguns dias antes! mesmo assim, acho que não faria diferença: alguém a prende e quando passas por mim nem mais falas. acredito ser algo que não sou. mas ainda sonho em ter seus braços loiros em meus braços, seus longos cabelos dourados atrapalhando o beijo e seu corpo magro tentando chegar mais perto do meu.
na verdade, imagino que sejas algo que sei que não és. mas também gostaria de ver você, por inteiro, conhecer as falhas do seu corpo, as pequenas lombadas entre seus pequenos seios, a ruga que se faz na testa quando está chateada.
ainda assim, faz parte daqueles amores que nunca serão meus. não custa sonhar, porém - um dia sonhei com alguém, e esse alguém acabou por sonhar comigo. it was the best days of our lives (imitando a série de tv).
na verdade, imagino que sejas algo que sei que não és. mas também gostaria de ver você, por inteiro, conhecer as falhas do seu corpo, as pequenas lombadas entre seus pequenos seios, a ruga que se faz na testa quando está chateada.
ainda assim, faz parte daqueles amores que nunca serão meus. não custa sonhar, porém - um dia sonhei com alguém, e esse alguém acabou por sonhar comigo. it was the best days of our lives (imitando a série de tv).
Tuesday, April 12, 2005
você percebe que está banalizado quando vê uma parte de uma de suas músicas favoritas do bright eyes (sunrise, sunset) num fotolog de uma menina, dessas bem poser, dessas bem eu-gosto-de-me-mostrar-e-tenho-vontade-que-todos-chupem-meus-peitos, exemplificando o cotidiano quando a letra apenas faz uma analogia à isso.
triste.
triste.
Sunday, April 10, 2005
por que sou tão mesquinho? pego-me pensando coisas ruins sobre as pessoas apenas por elas nunca corresponderem às minhas espectativas. também, pudera: quero tudo para mim e quero que as pessoas correspondam à isso. como um rei aqui dentro.
mas aí vem aquela voz baixinha que existe aqui, escondida, enterrada, bem fundo, dentro da cabeça, dizer pare de pensar essas coisas, felipe! que feio!. fico indeciso, então, sobre o que pensar, sobre o que estruturar.
a verdade é que me vejo, talvez até demais, como um anti-herói (ou o herói moderno) e eu gosto. não deveria me permitir tais atitudes pagãs, mas eu gosto da maioria delas e me sinto bem. ao mesmo tempo, não sou libertino. por vezes, sou reacionário. onde devo me colocar?
talvez em lugar algum. por que as pessoas insistem em colocar-se em algum lugar? por que tem que existir um único parâmetro fixo para alguém? gosto de estar embolado no meio de várias vertentes, como gostar de samba e de rock, como gostar de misturar sorvete com batata-frita, como ser heterogêneo e complexo as acreditar que as coisas são simples e reagir de maneira até bem racional perante o mundo.
o único problema são as irracionais. e as atitudes imorais e desrespeitosas que vivem a aparecer e desaparecer aqui dentro. inclusive as cores, que insistem em sumir quando eu mais preciso delas para conseguir enxergar o mundo como ele deve ser visto. sobra a miopia e o preto-branco-cinza.
afinal, o mundo não é polar-apolar, yin-yang. existe mais do que apenas o verde e o amarelo na nossa bandeira.
ergh. já mudei o rumo dessa prosa e agora não dá mais para voltar. mas só queria dizer que eu gostaria de ser mais legal do que realmente sou. detesto meus pensamentos.
mas aí vem aquela voz baixinha que existe aqui, escondida, enterrada, bem fundo, dentro da cabeça, dizer pare de pensar essas coisas, felipe! que feio!. fico indeciso, então, sobre o que pensar, sobre o que estruturar.
a verdade é que me vejo, talvez até demais, como um anti-herói (ou o herói moderno) e eu gosto. não deveria me permitir tais atitudes pagãs, mas eu gosto da maioria delas e me sinto bem. ao mesmo tempo, não sou libertino. por vezes, sou reacionário. onde devo me colocar?
talvez em lugar algum. por que as pessoas insistem em colocar-se em algum lugar? por que tem que existir um único parâmetro fixo para alguém? gosto de estar embolado no meio de várias vertentes, como gostar de samba e de rock, como gostar de misturar sorvete com batata-frita, como ser heterogêneo e complexo as acreditar que as coisas são simples e reagir de maneira até bem racional perante o mundo.
o único problema são as irracionais. e as atitudes imorais e desrespeitosas que vivem a aparecer e desaparecer aqui dentro. inclusive as cores, que insistem em sumir quando eu mais preciso delas para conseguir enxergar o mundo como ele deve ser visto. sobra a miopia e o preto-branco-cinza.
afinal, o mundo não é polar-apolar, yin-yang. existe mais do que apenas o verde e o amarelo na nossa bandeira.
ergh. já mudei o rumo dessa prosa e agora não dá mais para voltar. mas só queria dizer que eu gostaria de ser mais legal do que realmente sou. detesto meus pensamentos.
Wednesday, April 06, 2005
não adianta, você foi a primeira e jamais será esquecida. quando a conheci foi um caso de amor - eu estava conhecendo o mundo e você apareceu, logo depois de um aniversário meu. apaixonei-me no mesmo instante com sua cor avermelhada e com sua sonoridade rouca, e fechei meus olhos para dar-lhe um beijo com as mãos num ambiente público.
eu ainda não sabia perceber as nuances e os erros, e amei-a. principalmente em casa, nos meus sonhos mais secretos, na maneira mais pura. éras tão bela; eu mal sabia o futuro que me aguardava, mas sempre fui de aproveitar o momento.
mas uma hora o futuro chegou e nós começamos a brigar. sempre tivemos briguinhas, mas estava começando a ficar sério. algumas fios arrebentaram e não mais com você pude ser inteiro. o relacionamento foi desmantelando-se até a ruptura, até o corte total, onde passei a odiá-la para simplesmente esquecer o fato de que na verdade ainda a amava muito.
mas eu era um infante, um não-experiente, e não entendia dessas coisas de amor. hoje em dia me arrependo de tê-la vendido, minha primeira guitarra. não éras perfeita, tinhas micro-afinação e tantos outros erros. mas foste a primeira. a primeira de um amor pela música que não me largou até hoje e os primeiros acordes distorcidos de uma música do nirvana foi você soou.
portanto, nunca a esquecerei. meu primeiro grande amor. até hoje quando vejo você em fotos antigas ou lembro-me dos momentos que tivemos juntos estremeço - parece que nunca aconteceu mas ao mesmo tempo me é tão lívido!
minha guitarra, minha washburn: você sempre estará na minha cabeça e na minha casa. pois será meu eterno primeiro amor.
eu ainda não sabia perceber as nuances e os erros, e amei-a. principalmente em casa, nos meus sonhos mais secretos, na maneira mais pura. éras tão bela; eu mal sabia o futuro que me aguardava, mas sempre fui de aproveitar o momento.
mas uma hora o futuro chegou e nós começamos a brigar. sempre tivemos briguinhas, mas estava começando a ficar sério. algumas fios arrebentaram e não mais com você pude ser inteiro. o relacionamento foi desmantelando-se até a ruptura, até o corte total, onde passei a odiá-la para simplesmente esquecer o fato de que na verdade ainda a amava muito.
mas eu era um infante, um não-experiente, e não entendia dessas coisas de amor. hoje em dia me arrependo de tê-la vendido, minha primeira guitarra. não éras perfeita, tinhas micro-afinação e tantos outros erros. mas foste a primeira. a primeira de um amor pela música que não me largou até hoje e os primeiros acordes distorcidos de uma música do nirvana foi você soou.
portanto, nunca a esquecerei. meu primeiro grande amor. até hoje quando vejo você em fotos antigas ou lembro-me dos momentos que tivemos juntos estremeço - parece que nunca aconteceu mas ao mesmo tempo me é tão lívido!
minha guitarra, minha washburn: você sempre estará na minha cabeça e na minha casa. pois será meu eterno primeiro amor.
Monday, April 04, 2005
sinto falta de me apaixonar e sentir e por isso deposito minha carência em alguém aqui dentro de minha cabeça. minha cabeça parece ter escolhido um novo alvo. sabe quando eu tinha 18 anos e tudo parecia impossível? está parecendo de novo. esse sentimento saudoso me coloca um sorriso no lado direito e uma lágrima no lado esquerdo. mas sempre vivi como um pierrot mesmo - andando torto e pintado, fazendo brincadeiras com desgraças e praguejando o amor que a colombina sente por seu arlequim.
- que ninguém leia isso. mas me peguei esperançoso com meu alvo. e isso é inconcebível. não posso me permitir cair de novo nas mesmas teias que me prenderam no passado. se bem que é essa casca aqui que não está me permitindo sentir de novo. mas ainda assim o instinto e o subjetivo quebram e eu me vejo fazendo exercícios supérfluos e expelindo sujeiras. eu sou desprezível.
- que ninguém leia isso. mas me peguei esperançoso com meu alvo. e isso é inconcebível. não posso me permitir cair de novo nas mesmas teias que me prenderam no passado. se bem que é essa casca aqui que não está me permitindo sentir de novo. mas ainda assim o instinto e o subjetivo quebram e eu me vejo fazendo exercícios supérfluos e expelindo sujeiras. eu sou desprezível.
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