e eu passo noites revirando em meu enjoo de solidão, pensando em como as paixões alimentam meu sangue e como quase estou entrando em frenesi por não ter uma. preciso de inconstancias para me manter vivo, saciar minha fome para me sentir pleno, roubar um pouco da energia fisica de alguém para poder acordar sem a sensação de nojo no corpo e a dor na boca. como um morto-vivo sedento por sangue, eu anseio por carne. não daqueles pedaços marrons que jorram sangue escuro. quero vermelho, o vermelho!, que não existe mais aqui dentro.
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