medo. de que não responda a simples pergunta que fiz. poucos sabem, ninguém entenderá. mas ainda assim, fica o receio de falar algo assim abertamente. principalmente, retratando algo tão puro quanto o medo. aprendi algumas coisas com tudo que costumava me dizer sobre os meios. principalmente os aquosos. e as cascatas ainda estão a gritar seu choro salgado.
mas eu espero. ansiosamente, tensamente, lívidamente. por que me importa tanto um sim ou um não? eu não sei dizer. sempre fui de certezas absolutas até me você me provar o contrário. até apedrejar meu mundo. mas ainda fica aquele gosto se aquele meu desejo poderá ser realizado.
não é pedir muito, porém. mas o que está matando não é o medo, o que está me tirando do sério não é a ansiedade, o que está me fazendo chorar não é o saudosismo, o que me deixa acordado a noite não é o amor.
é a indiferença. it's the silence treatment.
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